Grafite vê briga pela artilharia como um "alento" em fim de temporada melancólico do Santa Cruz
"É um alento, uma motivação a mais. Tem um jogo, e o artilheiro tem 14 gols", afirmou o atacante do Santa Cruz
Atacante marcou dois gols contra o Grêmio e é vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 13, ao lado de Diego Souza, do Sport, e William Potker, da Ponte Preta
"É um alento, uma motivação a mais. Tem um jogo, e o artilheiro tem 14 gols. Vou tentar pelo menos marcar mais gols, ajudar a equipe a terminar da melhor maneira e ser artilheiro. Nunca fui artilheiro do Brasileiro, talvez possa ser um alento para mim e para o clube, que terminemos de uma maneira melhor do que esperávamos", resumiu o camisa 23.
Apesar de feliz pela briga pessoal, ele admitiu que não esteve no seu melhor em alguns momentos da competição. Porém, ressaltou que sempre deu seu melhor dentro de campo. "Críticas são normais, ainda mais pelo peso em cima da minha contratação, pela minha carreira no futebol europeu. Sempre esperam mais de mim, e sei que em alguns momentos não estava no meu melhor, mas sempre quis ajudar o clube que gosto", complementou o atacante.
Por fim, ele ainda agradeceu à torcida, que aplaudiu o elenco após a vitória sobre o Grêmio. "A gente sempre falou que o torcedor é o 12º jogador. Infelizmente no segundo semestre não houve química e não conseguimos o resultado. Mas o torcedor veio nos últimos jogos. Digo que, independente do momento financeiro, temos condições de nos reerguer. O Santa é grande, tem uma torcida maravilhosa e não merecia passar por um momento desses", finalizou.
Diario de Pernambuco
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