Clima mais pesado no Arruda
Pressão por resultados e salários atrasados são alguns dos percalços
O ambiente de um clube acompanha o ritmo dos resultados. Como uma bola de neve, se o time não vence, a presença de torcedores diminui, a renda cai, surgem os problemas de extracampo, como o atraso de salários, responsáveis por afetar o rendimento da equipe. E tudo reflete sobre uma campanha irregular. Nesta quinta-feira, deu para notar um clima mais pesado no Arruda. Principalmente por parte do técnico Zé Teodoro.
Pressionado, após as duas derrotas consecutivas, o treinador aumentou as cobranças. Durante o coletivo, sobrou até para a imprensa. “Vão filmar o treino todo, é?”, esbravejou contra os cinegrafistas. Pavio tão curto quanto o do torcedor. Razão da qual não se concebe outro placar além da vitória, sábado, contra o Águia.
Parte dos salários de junho e toda a folha de julho do elenco ainda não foram quitadas pela diretoria. O acerto estava previsto para hoje, mas a dívida total só deve ser liquidada com a receita do duelo de sábado. Mesmo diante do problema, prevalece o profissionalismo. Nenhum atleta esboça “cara feia” durante os treinos, mesmo quando as luzes dos refletores são ligadas e as atividades seguem noite adentro.
Ciente da necessidade da vitória, o meia recém-contratado, cuja estreia ocorreu durante o segundo tempo contra o Luverdense, cobra empenho de todo o grupo. “Está faltando a gente deixar a timidez de lado. Precisamos aflorar o nosso potencial”, afirmou Leozinho.
Pressionado, após as duas derrotas consecutivas, o treinador aumentou as cobranças. Durante o coletivo, sobrou até para a imprensa. “Vão filmar o treino todo, é?”, esbravejou contra os cinegrafistas. Pavio tão curto quanto o do torcedor. Razão da qual não se concebe outro placar além da vitória, sábado, contra o Águia.
Parte dos salários de junho e toda a folha de julho do elenco ainda não foram quitadas pela diretoria. O acerto estava previsto para hoje, mas a dívida total só deve ser liquidada com a receita do duelo de sábado. Mesmo diante do problema, prevalece o profissionalismo. Nenhum atleta esboça “cara feia” durante os treinos, mesmo quando as luzes dos refletores são ligadas e as atividades seguem noite adentro.
Ciente da necessidade da vitória, o meia recém-contratado, cuja estreia ocorreu durante o segundo tempo contra o Luverdense, cobra empenho de todo o grupo. “Está faltando a gente deixar a timidez de lado. Precisamos aflorar o nosso potencial”, afirmou Leozinho.
Diario de Pernambuco
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