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sexta-feira, 1 de maio de 2026

FLÁVIO BOLSONARO

“A derrota do PT é a vitória do Brasil”

Flávio Bolsonaro Foto: Ton Molina/Agência Senado

Senador comemorou a derrubada do veto do PL da Dosimetria


Nesta quinta-feira (30), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou, nas redes sociais, a decisão do Congresso Nacional de derrubar o veto ao chamado PL da Dosimetria, que trata de penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

– A derrota do PT é a vitória do Brasil! Agradeço aos deputados e senadores por este presente de aniversário tão especial, derrubando o veto ao PL da Dosimetria! Foi um primeiro passo em direção ao objetivo de promover justiça integral aos perseguidos do 8 de janeiro – escreveu.

E continuou:

– Agradeço também ao presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, por pautar a matéria e ajudar na derrubada do veto. Que os bons ventos de Brasília cheguem a cada lar brasileiro em forma de esperança! O Brasil tem futuro!

A decisão do Congresso permite a redução de penas e maior flexibilidade na progressão de regime para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O texto analisado é de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).

Para derrubar o veto presidencial, eram necessários ao menos 257 votos de deputados e 41 de senadores. O placar superou esse mínimo nas duas Casas. Na Câmara, foram 318 votos pela derrubada e 144 pela manutenção, além de cinco abstenções. No Senado, 49 parlamentares votaram contra o veto, enquanto 24 defenderam sua manutenção.

Os parlamentares analisaram apenas parte do veto. A avaliação foi de que a aprovação integral poderia afetar dispositivos da Lei Antifacção, sancionada em março deste ano.

Durante a sessão, o debate girou em torno das condenações feitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e possíveis conflitos entre o novo texto e a legislação vigente. A proposta agora segue para promulgação.

SEGUNDO O DEPUTADO O GOVERNO LULA ACABOU

Alfredo vê Lula liquidado por derrota humilhante

Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) - Foto: Diário do Poder.

Relator da CPMI do INSS celebra rejeição do Senado a indicado de Lula para o STF


O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) celebrou como uma vitória para os brasileiros e uma derrota humilhante para o governo petista a rejeição do indicado do presidente Lula (PT) para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), no Plenário do Senado, nesta quarta-feira (29). Para o relator da CPMI que investigou o roubo bilionário no INSS, o governo Lula foi liquidado com a reprovação do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupara a vaga existente há seis meses no Supremo.

“Senado rejeita Jorge Messias. Derrota para o governo Lula e vitória para o país. Hoje, quem vence é o Brasil. Governo Lula acabou! Derrota humilhante do sistema”, reagiu Alfredo, ao publicar vídeo após o Senado rejeitar Messias, por 42 votos a 34.

O deputado alagoano que concorrerá em outubro a uma das duas vagas de Alagoas no Senado ressaltou que a negativa à indicação presidencial para o cargo de ministro do STF é histórica e não ocorria desde que outro alagoano ocupava a Presidência da República, com o Marechal Floriano Peixoto, em 1894. Além disso, todos os indicados ao STF haviam sido aprovados, desde a redemocratização do Brasil, em 1988.

AS ENGANAÇÕES E MENTIRAS DE LULA

Promessas vazias marcam outra vez o 1º de Maio

Ato de 1º de Maio, para Lula "brilhar", têm sido constrangedor fracasso de público.

trabalhadores sentem no bolso o mesmo aperto de sempre

 

Lula (PT) segue discursando como sindicalista dos anos 1980, posando de defensor dos “trabalhadores”, mas este 1º de Maio de 2026 expõe o fosso entre retórica e realidade. O salário mínimo reajustado em risíveis R$103, para R$1.621, que mal repõe a inflação, oferece ganho real de míseros 2,5%. Ele admite, em público, que o valor “é muito baixo”, mas nada faz sobre isso. A política de “valorização” do mínimo, retomada em 2023, era só outra lorota, e virou uma rotina de correções modestas. Piso salarial como instrumento de dignidade, bandeira do PT, converteu-se em “ajuste técnico”, insuficiente para recompor o poder aquisitivo.

Trabalhadores formais, informais, aposentados e pensionistas do INSS sentem no bolso o mesmo aperto de sempre.

Pesquisa Datafolha recente revelou que só 17% de quem ganha até R$5 mil admitem terem sido beneficiados pela isenção de imposto de renda.

Diário do Poder.


LULA MAIS UMA VEZ PROMETENDO O QUE NÃO VAI CUMPRIR

Promessas vazias marcam outra vez o 1º de Maio

Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula (PT) segue discursando como sindicalista dos anos 1980, posando de defensor dos “trabalhadores”, mas este 1º de Maio de 2026 expõe o fosso entre retórica e realidade. O salário mínimo reajustado em risíveis R$103, para R$1.621, que mal repõe a inflação, oferece ganho real de míseros 2,5%. Ele admite, em público, que o valor “é muito baixo”, mas nada faz sobre isso. A política de “valorização” do mínimo, retomada em 2023, era só outra lorota, e virou uma rotina de correções modestas.

Embromation

Piso salarial como instrumento de dignidade, bandeira do PT, converteu-se em “ajuste técnico”, insuficiente para recompor o poder aquisitivo.

Aperto de sempre

Trabalhadores formais, informais, aposentados e pensionistas do INSS sentem no bolso o mesmo aperto de sempre.

Seria 1º de abril?

Pesquisa Datafolha recente revelou que só 17% de quem ganha até R$5 mil admitem terem sido beneficiados pela isenção de imposto de renda.

Cláudio Humberto

DERROTAS ACACHAPANTES DE LULA

Com rejeição a Messias e dosimetria, Lula toma ‘perdeu, mané’ que não esperava

Lula PT) - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil.

Foram acachapantes e simbólicas as derrotas humilhantes de Lula (PT) no Senado e no Congresso, o primeiro rejeitando Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e o outro derrubando o veto presidencial ao projeto da dosimetria, A vaga pretendida por Messias tem significado: era de Luís Roberto Barroso, criador de um bordão do ativismo judicial. Assim, o aliado de ontem tornou-se, involuntariamente, o autor da frase que resume a humilhação histórica imposta a Lula: “Perdeu, mané”.

Conciliação à vista

Única iniciativa de conciliação nacional desde as sentenças raivosas do 8/Jan, a dosimetria faz justiça, mas o rancoroso Lula quer ver “sangue”.

Aparelhamento

Derrotando a dupla Lula/Messias, o Senado decidiu que há limites para o aparelhamento do Judiciário.

Não tinha como

Messias carregava dois pesos mortos rejeitados: um histórico de ativismo radical de esquerda e o currículo considerado insuficiente até por aliados.

Quem perdeu, mané?

Barroso sai de cena deixando a vaga e o bordão. Lula fica com a frase, e a constatação amarga de que, desta vez, quem perdeu, mané, foi ele.

Cláudio Humberto

PL DA DOSIMETRIA

Coronel Meira celebra derrubada de veto de Lula ao PL da Dosimetria


O deputado federal Coronel Meira (PL-PE) comemorou a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei da dosimetria, durante sessão do Congresso Nacional nesta quinta-feira (30). 

Líder da oposição e presidente da subcomissão dos presos do 8 de janeiro, o parlamentar afirmou que o resultado representa uma resposta às discussões realizadas no colegiado.

“Vitória sensacional! Estamos voltando a ter liberdade no Brasil contra a ditadura da toga. Em todas as reuniões que fizemos na subcomissão do dia 8 de janeiro, todos que deram depoimento foram honrados hoje, aqui nessa Casa”, declarou. Meira também fez referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro: “Ele não pode estar preso, ele tem que estar solto. Viva a liberdade no Brasil”.

Por Magno Martins

GOVERNO LULA

O último a sair apague a luz

Duas derrotas acachapantes seguidas, um dia após o outro, dão uma sensação de que o governo Lula desmoronou. O último que sair, favor apagar a luz. Em Brasília, onde acompanhei de perto os dois reveses — o primeiro, a rejeição de Jorge Messias para o STF, e o segundo, a derrubada do veto de Lula ao projeto de redução das penas dos envolvidos nos atos golpistas de 2023 —, o presidente e os aliados andam de cabeça baixa.

O Centrão, os partidos de direita e, principalmente, os bolsonaristas, encerraram a sessão do Congresso Nacional de ontem, após a segunda derrota seguida do governo, com um sonoro “Fora Lula”. Nas duas votações, o grande vitorioso atende pelo nome de Davi Alcolumbre, senador do Amapá pelo União Brasil, presidente da Casa Alta.

Sob sua condução, o Senado rejeitou, na sessão da última quarta-feira, o nome de Jorge Messias para a Suprema Corte. Na votação, Alcolumbre previu com exatidão a derrota do governo por uma margem de oito votos antes do anúncio oficial.

Ontem, em sessão presidida por ele, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula a um projeto de lei que permite a redução de penas para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A votação foi conduzida e selada sob a presidência de um Alcolumbre firme e rigoroso, configurando um revés na agenda de segurança institucional do Planalto.

Esses episódios evidenciam uma forte crise entre o Planalto e o comando do Congresso, com Alcolumbre atuando como articulador central na imposição dessas derrotas ao Executivo. A base aliada do governo questionou a análise do veto e a decisão de Alcolumbre sobre a prejudicialidade.

Segundo governistas, o projeto é “inconstitucional”. Eles também contestaram a manobra de dividir o projeto — o chamado “fatiamento” — com a prejudicialidade. Com as duas derrotas impostas ao governo, Alcolumbre mostra que, se o Senado hoje aprova projetos de interesse do governo, é porque tem seu próprio aval. E ainda relembra a Lula que o parlamento que existia em mandatos passados do petista não existe mais.

VERGONHA 

Com a derrubada do veto, a expectativa é que Bolsonaro possa progredir do regime fechado para o semiaberto daqui a dois ou três anos, a depender da apreciação e avaliação do Judiciário. O ex-presidente encontra-se em prisão domiciliar, concedida após o seu quadro de saúde se agravar por uma pneumonia. A derrubada do veto se deu sob críticas da base do governo. A ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a sessão era motivo de vergonha.






Recado político 

 A rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu uma nova frente de tensão interna entre ministros da Corte e evidenciou diferenças de atuação entre alas da Corte. A avaliação entre integrantes do tribunal é que o resultado da votação no Senado foi um recado político à Corte, o que acendeu um alerta sobre a falta de articulação conjunta em momentos considerados sensíveis para o tribunal.

Fogo amigo de ministros

De um lado, ministros mais próximos ao presidente do tribunal, Edson Fachin, vinham atuando de forma mais direta em favor do nome de Messias, em especial o ministro André Mendonça. De outro, o grupo que tem atuado de forma mais alinhada em julgamentos recentes, que tem Alexandre de Moraes e Flávio Dino, adotou postura mais distante e não se envolveu na mesma intensidade para defender a aprovação do nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pelo contrário. Sob reserva, senadores afirmam que magistrados atuaram para que ele fosse derrotado.

Rapidez com novo nome

No Supremo Tribunal Federal, há uma avaliação de que o presidente Lula deveria indicar logo um novo nome para a Corte, após a rejeição de Jorge Messias, mas com a estratégia de trabalhar pela aprovação rápida. O perigo, segundo uma fonte do STF, é de deixar alguém mais cinco ou seis meses exposto politicamente. E pior: “estamos a um mês do recesso eleitoral que segue de junho até novembro”, disse essa mesma fonte extremamente credenciada.

Por Magno Martins

PROBLEMA GRAVE

Comerciantes e moradores relatam medo da violência entre pessoas em situação de rua na Praça Maciel Pinheiro

Pessoas em situação de rua na Praça Maciel Pinheiro (Foto: Marina Torres/DP Foto)

Consumo de drogas, constantes brigas e muita sujeira entre moradores em situação de rua na Praça Maciel Pinheiro, no centro do Recife, estão entre as maiores preocupações de comerciantes e moradores da região


Comerciantes e moradores relatam medo constante diante da presença de pessoas em situação de rua, consumo de drogas e brigas frequentes na Praça Maciel Pinheiro, no bairro da Boa Vista, área central do Recife

“Eles ficam aí usando cola, droga, brigando entre eles. Já teve sangue aqui na praça.” O relato é de um segurança que trabalha no entorno do equipamento, no bairro da Boa Vista, área central do Recife, e resume a realidade enfrentada diariamente por quem circula nas imediações.

A cena se repete dia após dia. Pessoas em situação de rua permanecem alojadas na praça, ocupando diferentes pontos do espaço. Muitas são vistas deitadas em colchões improvisados ou diretamente no chão, enquanto roupas ficam estendidas nas grades de proteção e em estruturas públicas, caracterizando o uso do local como moradia improvisada.

Durante a apuração, foi possível observar a redução no fluxo de pedestres. Populares evitam atravessar a praça, sobretudo diante da presença constante de usuários e do consumo aberto de drogas.

Substâncias como cola e cigarros de maconha são utilizadas com frequência e a vista de quem passa, inclusive por menores, segundo relatos de trabalhadores. A insegurança é apontada como o principal problema por comerciantes e moradores.

“O cenário está bem sujo, bastante morador de rua aqui na porta da loja. A gente tem que acordar eles para abrir e ainda fazer a limpeza”, relata uma vendedora que não quis ser identificada por medo de represália.

Ela também descreve a rotina de violência presenciada no local. “É toda hora, todo instante. Eles usam droga direto, tem muito menor cheirando cola. E brigam entre si, já pegaram faca, já teve agressão, jogam pedra. A gente fica com medo de ser atingido sem ter nada a ver.”

A sensação de abandono é reforçada pela falta de policiamento contínuo. “A gente vê uma viatura passando, mas é só passando. Falta policiamento mais firme, de permanecer. Isso aqui é um grande centro comercial”, afirma.

Com 11 anos de atuação na região, a comerciante Maria da Conceição, 34 anos, afirma que o cenário se deteriorou com o tempo.

“Antigamente era muito melhor. Hoje está muito perigoso. É cheio de gente usando droga, briga toda hora, esfaqueamento. Isso é constante”, relata.

Apesar de apontar uma leve melhora recente, ela diz que o medo permanece. “Agora melhorou um pouco com mais polícia, mas ainda dá medo. Quando começa uma briga, é faca, é gargalo de garrafa. A gente fica com medo que sobre pra gente.”

Quem trabalha há mais tempo também observa impacto direto no movimento. Um flanelinha com 34 anos na área, e que não quis ser identificado, afirma que a mudança é evidente.

“O que mudou foi isso: aumentou o pessoal de rua e caiu o movimento. O povo tem medo de vir.”

Ele relata episódios graves presenciados ao longo dos anos. “Já teve muita briga, até morte. A gente fica com medo. Eles não mexem com a gente, mas brigam entre eles mesmos.”

O segurança Clécio José da Silva, de 55 anos, reforça que intervenções urbanas não foram suficientes para reverter o cenário.

“Quando reformaram, ficou bonito. Mas depois voltou à estaca zero. Hoje tem sujeira, violência, briga. Os clientes ficam com medo de passar aqui.”

Ele detalha o que encontra no dia a dia. “Tem colchão na frente das lojas, sujeira, às vezes até fezes. O pessoal reclama muito. Já encontraram faca várias vezes. Eles andam com faca.”

O uso e comércio de drogas é outro motivo preocupação. “Já vi muito. Tem gente que vem para vender. Entre eles tem quem comanda. E ficam aí usando cola, droga, brigando entre eles. Já teve sangue, aqui, na praça.”

A insegurança afeta diretamente trabalhadores e moradores, principalmente em momentos de menor movimento.

“É difícil, principalmente para as mulheres. Muitas vezes a gente precisa acompanhar até a parada de ônibus, porque fica perigoso”, relata Clécio.

Mesmo sem registros frequentes de agressões diretas contra comerciantes e moradores, o clima de tensão é permanente. “A gente trabalha com medo. Não sabe quando pode acontecer alguma coisa”, resume a vendedora.

Para comerciantes e moradores, o problema exige mais do que ações pontuais. Eles cobram medidas efetivas do poder público, tanto na área de segurança quanto na assistência social.

“Não é só tirar daqui. Precisa de política pública, de cuidado com essas pessoas, mas também de mais segurança. Do jeito que está, não pode continuar.”

Cadu Silva

PREVISÃO DO TEMPO

Apac divulga alerta de chuva para o Recife e mais cidades; veja previsão

Parque de Esculturas Francisco Brennand, no Recife (Rafael Vieira/DP Foto)

Segundo a agência, Grande Recife, Zona da Mata e Fernando de Noronha podem ter chuva moderada e pontualmente forte


A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou, na tarde desta quinta-feira (30), um alerta de chuva para o Grande Recife, Zona da Mata e Fernando de Noronha.

"A Zona de Convergência Intertropical (Zcit) está atuando de forma a favorecer a ocorrência de pancadas de chuva moderada (pontualmente forte) a partir da noite desta quinta-feira (30) e ao longo do dia da sexta (1º) entre a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata", explicou a Apac.

Nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva no estado foram registrados nas seguintes cidades:

  • Goiana | 22,2 mm
  • Ipojuca | 15,67 mm
  • Recife | 11,86 mm
  • Jaboatão dos Guararapes | 11,06

PRAIAS DE PERNAMBUCO

Aumenta o número de praias vetadas para o banho em Pernambuco, segundo a CPRH

Crianças tomam banho em trecho impróprio na Praia do Carmo (Foto: Crysli Viana/DP Foto)

Boletim de balneabilidade da CPRH, publicado nesta quinta-feira (30), traz um aumento no número de praias vetadas para o banho no litoral de Pernambuco


Na véspera do feriadão do Dia do Trabalhador, a Agência Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH) publicou o boletim de balneabilidade das praias do litoral de Pernambuco.

A novidade não é boa para quem planeja curtir os dias longe do trabalho e perto do mar: subiu o número de praias consideradas impróprias para o banho recreativo.

De 12 localidades, conforme boletim da CPRH da semana passada, passou para 14.

Olinda segue com o maior número de praias vetadas para o banho: 4.

Jaboatão dos Guararapes vem logo depois com 3.

Itamaracá, Paulista e o Cabo de Santo Agostinho têm 2 cada.

O Recife fecha a lista de praias impróprias com 1.

Imprópria

Praia de Jaguaribe, em frente à Rua Santina de Barros. Itamaracá

Praia de Pilar, em frente à Igreja do Pilar. Itamaracá

Praia do Janga, em frente à Rua Cláudio S. Bastos Nº 190 (Cond. Roberto Barbosa). Paulista

Praia do Janga, em frente à Rua Betânia. Paulista

Praia de Rio Doce, em frente à Rua Paulo N. Queiroz, próximo à foz do Rio Doce. Olinda

Praia de Bairro Novo, em frente à Av. Ministro Marcos Freire Nº 2039 (Quartel da PE) Olinda

Praia do Carmo, em frente à Praça João Pessoa, por trás dos CORREIOS. Olinda

Praia dos Milagres, em frente à Praça dos Milagres. Olinda

Praia do Pina, em frente à Rua Com. Morais com Eng. Antônio de Góes (Cassino Americano). Recife

Praia de Candeias, em frente à Av. Bernardo V. de Melo Nº 5422 (Conj. Residencial Candeias II). Jaboatão dos Guararapes

Praia de Candeias, em frente à Av. Bernardo V. de Melo Nº 6476 – Restaurante Candelária. Jaboatão dos Guararapes

Praia de Barra de Jangadas, em frente ao Nº 10800 (antiga Marina dos Mares). Jaboatão dos Guararapes

Praia de Suape, praia de Suape, 6. Cabo de Sto Agostinho

Praia de Enseada dos Corais, em frente ao Canal do Boto, Cabo de Sto Agostinho

Própria

  • Praia do Forte, em frente ao Forte Orange. Itamaracá
  • Praia do Capitão (Mangue Seco), acesso pela PE-014 Igarassu
  • Praia de Maria Farinha, em frente ao Cabanga Iate Clube. Paulista
  • Praia de Boa Viagem, em frente à Avenida Boa Viagem Nº 2840 – Posto 8 (Padaria Boa Viagem). Recife
  • Praia de Boa Viagem, em frente à Avenida Boa Viagem Nº 6958 – Posto 15. Recife
  • Praia de Piedade, em frente à Avenida Beira Mar Nº 606 (Hospital da Aeronáutica) Jaboatão dos Guararapes
  • Praia de Gaibú, em frente à Avenida Laura Cavalcanti (Centro de Turismo). Cabo de Sto Agostinho
  • Praia de Porto de Galinhas, em frente à R. Esperança, Escola Manuel L. C. Uchoa. Ipojuca
  • Praia de Ponta de Serrambi, no Pontal – Quadra 01-01, Lote 01-01. Ipojuca
  • Praia dos Carneiros, em frente ao Condomínio Pontal dos Carneiros. Tamandaré
  • Praia de Tamandaré, em frente ao Hotel Marinas de Tamandaré. Tamandaré
  • Praia de Tamandaré, em frente à Rua Nilo Gouveia Filho, em frente à estátua. Tamandaré
  • Praia de São José da C. Grande, em frente a R. da Matriz esquina c/ R. João Francisco Melo. São José da C. Grande

Como é feita a análise de balneabilidade

A amostragem é feita semanalmente, na isóbata de 1m de profundidade, local mais utilizado para recreação. As análises são realizadas conforme o estabelecido pelo Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater para Enterococos.

A classificação das praias é baseada no que estabelece a Resolução CONAMA Nº 274/00, que define padrões de qualidade da água destinada à balneabilidade.

O critério de enquadramento baseia-se nas concentrações de Enterococos em um conjunto de amostras de cinco semanas consecutivas ou em cinco amostragens com intervalo mínimo de 24 horas entre elas.
Águas salinas destinadas à recreação de contato primário podem ser classificadas nas categorias própria (quando 80% ou mais das amostras obtidas apresentar no máximo 100 Enterococos por 100mL de amostra) e imprópria (quando não for atendido o critério para águas próprias ou apresentar mais de 400 enterococos na última amostragem).

Recomenda-se, ainda, que seja evitado o banho de mar em quaisquer das circunstâncias abaixo:

Houver incidência relativamente elevada ou anormal de doenças por veiculação hídrica;

Acusar recebimento regular intermitente ou esporádico de esgotos por intermédio de valas, corpos de água ou canalizações, inclusive galerias de águas pluviais;

Indicar presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive óleos, graxas e outras substâncias capazes de oferecer riscos à saúde ou tornar desagradável a recreação;

Floração de algas ou outros organismos, até que comprove que não oferecem risco à saúde;

Nas semanas que forem classificadas como impróprias;

Sua utilização nas 24 horas subsequentes à ocorrência de chuvas, devido ao maior risco de doenças e

Outros fatores que contraindiquem temporária ou permanentemente o exercício de recreação de contato primário.

DP