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domingo, 2 de agosto de 2026

REAGINDO A MAIS UMA IMBECILIDADE DE LULA

Nikolas reage após Lula falar que morar no Alvorada é “desumano”

Nikolas Ferreira Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Deputado rebateu declarações do petista



O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o petista ter dito que morar no Palácio da Alvorada é “desumano”. O parlamentar se manifestou por meio das redes sociais, nesta sexta-feira (31).

– Eu digo sempre que é muito belo para tirar fotografia, mas agora, para morar, é muito desumano – disse Lula durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda, na última quinta-feira (30).

Ele falou, em tom de brincadeira, que o local é grande demais.

– São oito quartos, mas é distante um do outro. A cozinha fica em uma ponta, o quarto fica na outra. Se você tiver que pedir café, o café chega frio; se você pedir uma cerveja, aí ela chega quente. Se você quiser pedir algum petisco, vem lá do outro lado, então o cara chega aqui cansado – explicou.

Em um vídeo, Nikolas rebateu o petista:

– Sabe onde, Lula, é desumano morar? Na casa dos pobres que você vai visitar, que você tirou da pobreza. Lá não tem problema de a cerveja chegar quente, porque a cerveja nem chega. Não tem esse problema de os cômodos serem largos, de serem oito quartos distantes um do outro, porque tudo é, basicamente, no mesmo lugar. Isso, sim, é desumano – comentou o parlamentar.

Ana Luiza Menezes 

ELEIÇÕES 2026

PL confirma Jorginho Mello candidato à reeleição em SC

Jorginho Mello, Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Renan Bolsonaro Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha

Flávio Bolsonaro participou da convenção estadual do partido

 

 PL de Santa Catarina confirmou neste sábado (1º) o nome do atual governador Jorginho Mello como candidato à reeleição, após convenção estadual do partido. O evento aconteceu na cidade de São José, na Grande Florianópolis, e contou com a presença do senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de lideranças regionais.

Ao discursar, Mello destacou que conta hoje com o apoio da maioria dos prefeitos do Estado por ser um governador “municipalista”. Ele também disse que foi o único governador da federação que não aumentou impostos durante a sua gestão. “É isso, Flávio, que você deve fazer quando for presidente. Estamos cansados de pagar contas mal feitas”, disse.

Os pré-candidatos ao Senado pelo partido, Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro, também discursaram e reforçaram críticas à esquerda e ao PT, a necessidade de manter a direita unida contra a “perseguição” de algumas instituições e endossaram o apoio à reeleição de Jorginho Mello e a eleição de Flávio Bolsonaro. “Os Bolsonaro representam o futuro do nosso País”, disse Caroline De Toni.

– Corre nessas veias sangue de Jair Bolsonaro – discursou Carlos Bolsonaro. Ele também destacou a necessidade de combater a perseguição que, segundo ele, é praticada contra a direita e seu pai. Ao discursar, o filho “04” do ex-presidente também prometeu lutar pela libertação dos presos envolvidos nos atos terroristas de 8 de janeiro.

– É a última chance que o Brasil tem de continuar com o que restou da sua democracia – disse

O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Jorginho Mello, disse que o País deveria mirar no exemplo de Santa Catarina. Segundo ele, graças ao trabalho do partido na região, fazer eventos de campanha no Estado significa, “pregar para convertidos”.

– Com muito orgulho, Santa Catarina tem feito a diferença no nosso País. As pessoas aqui conseguem votar de forma diferente, não entram nas narrativas do PT – afirmou.

*AE

ELEIÇÕES 2026

“Eu sou Jair Bolsonaro”, diz Carlos ao lançar candidatura ao Senado

Carol de Toni, Flávio Bolsonaro e Carlos Bolsonaro Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha



PL Santa Catarina realizou sua convenção estadual



Neste sábado (1º), Carlos Bolsonaro (PL) afirmou ser “Jair Bolsonaro” ao discursar no lançamento de sua candidatura ao Senado por Santa Catarina. A declaração ocorreu durante a convenção do PL na Grande Florianópolis, que confirmou seu nome para a disputa eleitoral.

– Eu sou Jair Bolsonaro. Corre nessas veias aqui o sangue de Jair Bolsonaro – afirmou durante o discurso.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos relacionou sua candidatura ao legado político do pai. Antes de mudar seu domicílio eleitoral para Santa Catarina, ele exerceu sete mandatos como vereador do Rio de Janeiro.

Durante o discurso, Carlos também afirmou que pretende defender pautas da direita no Senado. Ele citou os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e falou sobre suas prioridades caso seja eleito.

– Meu coração diz que eu tenho que lutar pelos presos políticos de 8 de janeiro e chegar em Brasília para tornar de novo esse país uma mínima democracia, para que a gente possa respirar, ter liberdade econômica, Jorginho Mello governador e Flávio Bolsonaro eleito presidente da República.

Além de Carlos, o PL confirmou Carol De Toni como candidata ao Senado por Santa Catarina. A convenção também oficializou Jorginho Mello como candidato à reeleição ao governo estadual.

Outro nome anunciado foi Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disputará uma vaga de deputado federal por Santa Catarina.

As convenções partidárias podem ser realizadas até 5 de agosto. Depois dessa etapa, os partidos têm até 15 de agosto para registrar oficialmente as candidaturas para as eleições.

Pleno.News

ONDE ESTÁ O TSE E O STF?

Com Lula, convenção do PT na Bahia desrespeita lei e pede votos

Lula Foto: Ricardo Stuckert



A propaganda eleitoral só é permitida a partir de 16 de agosto


Neste sábado (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu votos para sua reeleição e para aliados durante a convenção da federação partidária na Bahia. Em discurso a prefeitos e lideranças políticas, Lula orientou os presentes a apoiar candidatos da base e também sua candidatura à Presidência.

– Então, depois que vocês votarem em deputado estadual e deputada estadual, votar em deputado federal e deputada federal, votar em senador da República e votar no Jerônimo, se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim, que eu agradeço a todos vocês a lembrança.

A propaganda eleitoral só é permitida a partir de 16 de agosto. Antes dessa data, a Lei das Eleições proíbe pedidos explícitos de voto, que podem ser considerados propaganda eleitoral antecipada. Durante a pré-campanha, porém, são permitidas manifestações políticas e participação em eventos partidários, desde que não haja pedido explícito de voto.

Em outro momento do discurso, Lula voltou a solicitar apoio ao citar candidatos aliados. O presidente pediu que os participantes se lembrassem de sua candidatura depois de fazer campanha para os demais nomes apoiados pelo grupo.

– Quando vocês estiverem brigando e pedindo voto para vocês, pelo amor de Deus, depois de falar do Jerônimo, depois de falar do Wagner, dos deputados de vocês, lembrem-se que tem o Lula lá em São Paulo esperando um voto de vocês para poder virar presidente da República.

Apesar dos pedidos, Lula afirmou posteriormente que só será candidato depois de 16 de agosto. Ele citou sua participação em convenções partidárias realizadas em diferentes estados.

– Eu fui a São Paulo fazer a convenção do [Fernando] Haddad, ontem [sexta] eu fui à Fortaleza fazer a convenção do Ceará, eu estou na Bahia hoje [sábado]. Amanhã [domingo] é minha convenção em São Paulo, mas eu só vou ser candidato depois do dia 16 de agosto – argumentou.

Na sequência, o presidente voltou a pedir votos ao mencionar Rui Costa, Jaques Wagner e Jerônimo Rodrigues.

– Quando o eleitor votar neste aqui [apontando para Rui Costa], votar neste aqui [apontando para Jaques Wagner] e votar neste aqui [apontando para Jerônimo Rodrigues], pelo amor de Deus, dê um votinho para mim. Porque eles sabem que eu não sou governador da Bahia, mas eu funciono como se fosse governador da Bahia. Porque vocês sabem que em alguma encarnação eu fui baiano – prosseguiu.

Caso seja acionada, caberá à Justiça Eleitoral decidir se declarações feitas antes do início da campanha estão dentro das situações permitidas ou se configuram propaganda eleitoral antecipada.

Pleno.News

PARCEIRO DE LULA ENVOLVIDO EM CORRUPÇÃO

Governo de Helder Barbalho é alvo do MPF em 7 denúncias de corrupção

Helder Barbalho (MDB) é aliado de primeira hora de Lula (PT) - Foto: divulgação.

Caso foi investigado no MPF pelo Gaeco, grupo de combate ao crime organizado


Sete esquemas de corrupção envolvendo dinheiro público destinado à saúde e à educação no Pará, durante o governo de Hélder Barbalho (MDB), foram denunciados à Justiça Federal pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPF (Gaeco/MPF) no Estado. Os esquemas criminosos, nvestigados pelo Ministério Público Federal (MPF), foram praticados durante a pandemia de covid-19, quando Barbalho já era governador.

Nas investigações conjuntas sobre os desvios de recursos federais na pandemia (que englobam as operações Solércia e SOS ), a Polícia Federal e o MPF alegaram que Helder Barbalho possivelmente exerceu uma função de liderança na organização criminosa. A acusação detalha a existência de esquema de “corrupção sistêmica” no Estado, onde a flexibilização das regras de contratação na pandemia facilitou acordos diretos e o desvio de verbos públicos por meio de fraudes e posterior “quarteirização” de serviços.

Barbalho renunciou ao cargo em 2 de abril para cumprir a lei de desincompabitilização e disputar o mandato de senador. Ele apoia a reeleição de sua antiga vice, Hana Ghassan (MDB), atual chefe de governo no qual o antecessor mantém forte influência.

De acordo com o MPF, o “modus operandi” do governo de Barbalho era baseado em:

  • Uso de “laranjas”: Utilização de pessoas interpostas para ocultar quem de fato administrava as empresas contratadas pelo governo.
  • Simulação de concorrência: Empresas integradas que compartilhavam os mesmos sistemas, estruturas e movimentações financeiras concordavam formalmente entre si para dar aparência de legalidade aos contratos estaduais. []

Com o recebimento das denúncias pela 3ª e pela 4ª Varas Federais Criminais da Seção Judiciária do Pará, os investigados passaram à condição de réus, mas o MPF não divulgou os nomes dos acusados. Eles respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato, fraude em licitações, associação criminosa e falsidade ideológica. O sigilo dos processos foi levantado, e os acusados têm dez dias para apresentar defesa.

Os magistrados entenderam que há elementos suficientes de materialidade e indícios de autoria para a abertura das ações penais. Entre as provas citadas estão registros bancários, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), interceptações telefônicas e outros elementos das investigações. As denúncias atendem aos requisitos do Código de Processo Penal, sem hipóteses de rejeição nesta fase. O MPF não propôs acordos de não persecução penal devido à gravidade e à reiteração das condutas.

Os recursos desviados têm origem de repasses do governo do Pará, por meio de contratos de gestão, nos anos de 2019/2020, às seguintes Organizações Sociais:

  • Instituto Panamericano de Gestão (IPG);
  • Associação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu,
  • Instituto Nacional de Assistência Integral (Inai)
  • Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Birigui.

Operação Reditus

Sete das denúncias integram a Operação Reditus e investigam um suposto esquema estruturado para fraudar contratações de Organizações Sociais (OSs) responsáveis pela gestão de unidades hospitalares no Pará. Segundo o MPF, a organização criminosa reunia agentes políticos, servidores públicos e empresários que agiam de forma coordenada para direcionar contratos e desviar recursos da saúde.

O grupo teria usado acordos prévios para favorecer determinadas OSs. Durante a pandemia, a dispensa de chamamento público facilitou ajustes diretos com representantes do Poder Executivo estadual, enfraquecendo os controles. Após receberem verbas públicas, as OSs contratavam empresas ligadas ao próprio grupo em um processo de “quarteirização”, que, de acordo com o MPF, dificultava a fiscalização e permitia a apropriação indevida de recursos.

Nas ações penais, o MPF imputa aos denunciados organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e fraude em licitações.

Operação Solércia

A oitava denúncia faz parte da Operação Solércia e trata de irregularidades na dispensa de licitação da Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) para a compra de cestas de alimentação em 2020, no auge da pandemia.

O MPF aponta que empresas do mesmo grupo econômico simulavam concorrência para fraudar o processo. Três empresas teriam funcionado de forma integrada, compartilhando estrutura administrativa, documentos, sistemas de gestão e movimentações financeiras, embora figurassem formalmente como pessoas jurídicas distintas. Também há indícios do uso de interpostas pessoas (“laranjas”) para ocultar a verdadeira administração e permitir a participação simultânea em licitações.

As provas incluem análises de dispositivos eletrônicos apreendidos, documentos empresariais, relatórios policiais e outras diligências da investigação.

Na Operação Solércia, os principais alvos e investigados apontados nos inquéritos e denúncias do Ministério Público Federal (MPF) incluem:
  • Edson Araújo Rodrigues : Criador da empresa Kaizen Comércio e Distribuição de Produtos Alimentícios (e filho de um dos donos do Grupo Líder).
  • Nicolas André Tsontakis Morais e Cleudson Garcia Montali : Apontados como operadores financeiros do esquema.
  • Membros do governo estadual do Pará , incluindo especificações ao governador Helder Barbalho no inquérito policial e contratos sob a gestão da Seduc.

MAIS ACUSAÇÕES CONTRA JAQUES WAGNER

Viagens, vinhos e apartamento: veja ‘mimos’ do Banco Master  para Jaques Wagner

Senador Jaques Wagner (PT-BA) (Foto: assessoria)


Presentes aparecem em documento da Polícia Federal


Os documentos da Polícia Federal que embasaram a Operação Compliance Zero apontam que o senador Jaques Wagner (PT-BA) teria recebido uma série de presentes, cortesias e vantagens de empresários ligados ao Banco Master. Segundo os investigadores, os benefícios teriam sido concedidos ao longo da relação entre o parlamentar e o ex-sócio da instituição Augusto Ferreira Lima.

Entre as benesses descritas pela PF estão voos em aeronaves particulares colocadas à disposição do senador e de familiares. As investigações citam diferentes deslocamentos, incluindo uma viagem realizada em outubro de 2023 para a chamada Ilha da Paixão, imóvel que, segundo a PF, era utilizado por Augusto Lima. Em mensagens apreendidas, auxiliares encaminham o prefixo da aeronave, horários de decolagem e orientações para utilizar um avião “que ninguém conheça”, de forma a evitar a identificação do deslocamento.

A Polícia Federal também afirma que familiares de Jaques Wagner receberam ingressos para shows da cantora Taylor Swift. Em um dos episódios, foram comprados bilhetes para uma apresentação da artista em Los Angeles destinados a uma neta do senador, à mãe da jovem e a uma amiga. Em outro momento, mensagens tratam da entrega de cinco ingressos de camarote para um show da cantora no Brasil. Os investigadores estimam que os ingressos tenham representado uma vantagem superior a R$ 60 mil.

Outro benefício apontado pela investigação envolve presentes de alto valor. Mensagens encontradas no celular de Augusto Lima mostram a organização de uma lista de autoridades que receberiam lembranças de fim de ano. Ao lado do nome de Jaques Wagner, a secretária do empresário encaminha opções de vinhos importados avaliados entre R$ 2,5 mil e R$ 5,3 mil cada. Fotografias apreendidas pela PF mostram caixas de presentes identificadas com etiquetas contendo o nome “Jaques”, prontas para entrega.

Os investigadores também apontam que Wagner teria solicitado um apartamento de luxo em Salvador como vantagem indevida. O imóvel, avaliado em aproximadamente R$ 2,45 milhões, teria sido negociado por intermediários ligados aos empresários investigados. Segundo a PF, mesmo após as prisões de Daniel Vorcaro e Augusto Lima, as conversas sobre a compra continuaram, incluindo discussões sobre contrato, forma de pagamento e acabamento do imóvel, indicando, na avaliação dos investigadores, uma tentativa de concluir a operação discretamente.

Além desses itens, os documentos mencionam despesas com a logística das viagens, incluindo a disponibilização das aeronaves particulares e a estrutura necessária para os deslocamentos do senador e de seus familiares. Para a Polícia Federal, o conjunto dessas vantagens integra um suposto sistema de benefícios concedidos por empresários ligados ao Banco Master em troca de influência política.

A defesa de Jaques Wagner nega que o senador tenha recebido vantagens ilícitas ou atuado em favor dos interesses do Banco Master.

Rodrigo Vilela

LULINHA ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO

Empresa ligada a Lulinha faturou R$55 milhões no governo Lula

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. (Foto: Reprodução).

Lulinha teria atuado na prospecção de negócios junto à administração pública


O inquérito aberto pela Polícia Federal para apurar suspeitas de tráfico de influência envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, também lançou luz sobre contratos firmados entre a empresa 3Structure IT e o governo federal. Segundo levantamento obtido pela CNN Brasil, a companhia, para a qual a PF aponta que Lulinha teria atuado na prospecção de negócios junto à administração pública, mantém acordos que somam cerca de R$ 55 milhões com órgãos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com as investigações, a 3Structure IT teria buscado oportunidades de negócios em órgãos públicos, entre eles a Dataprev. A Polícia Federal sustenta que há indícios de que Lulinha tenha atuado em favor da empresa, o que motivou a abertura do inquérito autorizada pelo ministro do STF André Mendonça. A defesa do empresário nega qualquer irregularidade e afirma que ele nunca exerceu influência para beneficiar empresas perante a administração pública.

Os contratos identificados abrangem serviços e soluções na área de tecnologia da informação. Entre os principais acordos estão um contrato de aproximadamente R$ 42 milhões com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e outro de cerca de R$ 19 milhões com a mesma pasta, voltado à implantação de soluções de backup. Também há contratos de menor valor com outros órgãos da administração federal.

A investigação teve origem em um chamado “encontro fortuito” durante as apurações sobre as fraudes no INSS. Ao analisar documentos e mensagens relacionados ao esquema, investigadores encontraram elementos que, na avaliação da PF, justificavam a abertura de um novo inquérito específico para apurar eventual tráfico de influência envolvendo Lulinha e empresários ligados à 3Structure IT.

Rodrigo Vilela

HOLOGRAMA DESCARTADO

Holograma de Bolsonaro, como na eleição francesa de 2017, foi descartado

Holograma do esquerdista francês Jean-Luc Mélanchon, por ocasião da eleição presidencial da França, em 2017.

Francês Jean-Luc Mélenchon usou a tecnologia como estratégia, que no Brasil seria criminalizada


Fontes bolsonaristas admitem terem avaliado a sugestão de utilizar um holograma de Jair Bolsonaro nos palanques da campanha do filho Flávio. A estratégia se inspirava no uso pioneiro da tecnologia pelo líder de esquerda francês Jean-Luc Mélenchon, 2017, na campanha da primeira eleição de Emmanuel Macron. A imagem de Mélenchon era projetada em vários comícios simultaneamente, sem censura ou chiliques judiciais. Virou uma atração, era divertido, mas não afetou as intenções de voto. 

No Brasil, ministros do STF, como o TSE de 2022, têm sido incansáveis em decisões que dificultem a campanha de opositores de Lula (PT).

Como no caso do vídeo com IA, peças com a imagem do Bolsonaro, um dos líderes políticos mais populares de sempre, serão barradas no STF.

Na França, ao contrário, o holograma foi recebido com senso de humor e naturalidade até por adversários, incluindo o próprio presidente Macron.

Diário do Poder

O NEGÓCIO É PREJUDICAR FLÁVIO BOLSONARO

Impedimento de Cleitinho serve para enfraquecer Flávio em Minas Gerais

Senador Cleitinho (Republicanos-MG) - (Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado)


Aliados de Cleitinho (Rep-MG) têm a certeza de que a decisão do Republicanos de barrar a candidatura do senador ao governo mineiro tem um objetivo maior: prejudicar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) em Minas Gerais, estado que tem decidido as eleições presidenciais. O Republicanos, que tem Ministério (Portos e Aeroportos) na Esplanada de Lula (PT), decidiu barrar Cleitinho apesar de o senador liderar todas as pesquisas, com possibilidade até de vitória no primeiro turno da eleição.

Fiel da balança

Uma vitória acachapante de Cleitinho com Flávio no seu palanque ajudaria, e muito, o candidato do PL a presidente em solo mineiro.

Estranho

Primeiro o Republicanos avisou a Cleitinho que ele não seria candidato, depois disse que ele não virou candidato porque “faltou à convenção”.

Muitas ligações

O Republicanos é ligado à Igreja Universal, onde seu presidente, Marcos Pereira, é pastor. Hugo Motta, presidente da Câmara, também é filiado.

Muitos motivos

A Igreja Universal é de Edir Macedo, que controla o Banco Digimais, alvo da Polícia Federal e do Banco Central, e corre risco de ser liquidado.


HOMENAGEM NO RECIFE ANTIGO

Homenagem a Luiz Gonzaga leva cortejo e música ao Recife Antigo

Luiz Gonzaga (Foto: Arquivo/DP)

Programação realizada neste domingo (2) marca os 37 anos da morte do Rei do Baião e reúne artistas da cultura popular em homenagem ao músico pernambucano


A música de Luiz Gonzaga vai ecoar pelas ruas do Bairro do Recife neste domingo (2), durante a segunda edição do Tributo ao Rei Luiz Gonzaga. A programação, organizada pelo Movimento de Apoio às Culturas Raízes e aos Artistas Pernambucanos (Rebuliço Cultural), reúne cortejo e apresentações musicais para celebrar a trajetória do artista e defender a valorização do forró tradicional.

As atividades começam às 14h, com concentração no Armazém do Campo, na Rua da Moeda. De lá, artistas, músicos e grupos culturais seguem em cortejo pelas ruas Dona Maria César, Avenida Rio Branco e Rua do Bom Jesus até a Praça do Arsenal, levando sanfonas, zabumbas, dança e manifestações da cultura popular ao público.
No fim da tarde, a programação continua no Bar Teatro Mamulengo, onde mais de 20 artistas e grupos subirão ao palco.

Entre os participantes estão Toinho Vanderlei, Daniel Bento e Trio Pé de Serra, Aécio dos 8 Baixos, Wellington Santeiro, a sanfoneira mirim Luna, de 8 anos, Eliezer Cavalcante, os Bacamarteiros da Sobac, do Cabo de Santo Agostinho, a Banda Luar do Sertão, formada por pessoas cegas, além de outros nomes do forró e da música regional.

A homenagem ocorre na data em que se completam 37 anos da morte de Luiz Gonzaga, falecido em 2 de agosto de 1989. Reconhecido como o Rei do Baião, o cantor e compositor ajudou a transformar ritmos nordestinos em símbolos da música brasileira, levando o baião, o xote e o xaxado para diferentes regiões do país.

Nascido em Exu, no Sertão pernambucano, em 13 de dezembro de 1912, Gonzaga aprendeu a tocar sanfona ainda na infância, influenciado pelo pai, Januário. Ao longo da carreira, construiu um repertório que retrata a vida no sertão, a seca, a migração e as tradições nordestinas. Clássicos como Asa Branca, Xote das Meninas e Súplica Cearense atravessaram gerações e seguem presentes nas festas juninas e no repertório de artistas de todo o Brasil.

A história do músico permanece preservada em Exu, onde o Parque Aza Branca reúne a casa em que viveu, um museu com objetos pessoais, fotografias, instrumentos e documentos, além do mausoléu onde estão sepultados Luiz Gonzaga e sua esposa, Helena. Décadas após a morte de Gonzaga, sua obra continua inspirando novos artistas e mantém viva a identidade cultural do Nordeste.

Cadu Silva

SEQUESTRO EM CARUARU

Homem suspeito de sequestrar professor universitário é preso em motel em Caruaru

O caso foi registrado pela Polícia Civil como ato infracional análogo a homicídio consumado (Foto: PCPE/Divulgação)

Caso foi registrado na manhã da sexta-feira (31) no bairro Santa Rosa, em Caruaru.


Um homem de 31 anos foi preso em flagrante suspeito de manter um professor universitário de 34 anos em cárcere e obrigá-lo a fazer transferências via Pix durante um sequestro relâmpago em Caruaru, no Agreste. A prisão aconteceu na manhã da sexta-feira (31) em um motel no bairro Santa Rosa.

Segundo a Polícia Militar (PM), o professor contou que foi abordado por dois homens, que entraram no carro dele e o ameaçaram. A vítima disse que passou a noite sendo mantida refém pelos suspeitos e foi obrigada a fazer várias transferências via Pix, que somaram mais de R$ 2 mil.

Ainda de acordo com o relato do professor, duas garotas de programa foram levadas ao motel para simular que ele estava no local por vontade própria. A participação delas será investigada pela Polícia Civil.

A vítima conseguiu escrever um bilhete pedindo socorro e entregou o papel a funcionários do motel. Eles chamaram a Polícia Militar, que foi ao local e prendeu um dos suspeitos.

O delegado Eduardo Sunaga informou que o caso ainda está sendo investigado. A polícia vai analisar os depoimentos das pessoas envolvidas, imagens de câmeras de segurança, o bilhete escrito pela vítima e os comprovantes das transferências para entender como o crime aconteceu.

Em nota, a Polícia Civil informou que um homem de 31 anos foi autuado em flagrante pelo crime de extorsão com restrição da liberdade da vítima. Depois dos procedimentos na delegacia, ele foi encaminhado para audiência de custódia e ficou à disposição da Justiça.

Cadu Silva